“CULTURA POP”

O artista Dan Cretu tem a tendência de transformar obras primas antigas em obras de arte modernas. Em sua série mais recente, ele combina assuntos do século 21 com a iconografia clássica. O resultado? Uma coleção inteligente e peculiar de fotografias.

Esta série humorística transmite seu interesse a longo prazo em criar projetos híbridos. Ao contrário de suas obras mais antigas, essas peças mostram não só seus talentos artísticos, mas seu conhecimento da história da arte. Emparelhando figuras pintadas – como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, a Vênus de Sandro Boticelli e o Auto-Retrato de Vincent van Gogh – em cenas com programas de televisão como Friends, programa de entrevista, McDonalds e festivais de música. Ele ultrapassa a barreira entre o passado e o presente de uma forma surpreendente, porém perfeita… Fonte: https://zupi.pixelshow.co/cultura-pop-foi-invadida-pelo-rosto-das-pinturas-famosas/

Segundo o professor, a cultura pop foi emanada dos meios de comunicação em uma tentativa de dialogar com a arte erudita, desde a pintura e a escultura até a música, a dança e a literatura. “É uma representação artística que tem grande difusão na mídia e que aspira atingir um público cada vez maior”, afirma o especialista. Apesar disso, ela não deve ser confundida com a cultura de massa. “É um estágio posterior. A pop já faz parte do universo das mídias individuais ou em rede. Essa individualidade, que tem um cunho massivo – e não de massa -, se refaz por meio de diferentes combinações que cada indivíduo ou consumidor é capaz de criar como novidade”, explica Gelson Santana Penha, professor do curso de Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi-Morumbi. Gelson esclarece que a cultura pop nasce em meio à explosão do consumo individual “e apaga as diferenças entre imagem e realidade, reprodução e original”. É por essa razão, por exemplo, que o cantor Michael Jackson pode ser considerado um ícone da cultura pop. “Ele não é um exemplo para ninguém, isto é, ele tinha um tipo de existência que estava mesmo na ‘Terra do Nunca’, no plano da imaginação, da fantasia. E o pop é exatamente isso: ele é muito mais consumido do que vivido; é a arte dialogando com o consumo sem pudor”, afirma Martin Feijó. Dentro desse contexto, outra importante característica da cultura pop é a de que ela alimenta produtos voltados para um público essencialmente jovem, exercendo influência sobre ele, principalmente na moda e no estilo. “Quando surgiu o grupo The Who, nos anos 60, houve um movimento de estilo de roupas coloridas e calças justas, que é um tipo de estética que influenciou muito os jovens daquela época”, lembra o professor. Fonte.https://novaescola.org.br/

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