Orientações para consumidor na Folia

Para não perder a graça no Carnaval, o consumidor precisa ficar atento e saber como agir, caso esbarre em dificuldades na hora de pagar a conta, a corrida de táxi ou carro por aplicativo ou ainda der errado o transporte ou hospedagem na viagem.
Carnaval é para se divertir e desopilar. Extravasar, vestir uma fantasia e juntar a família e amigos para cair no passo. Mas a folia nem sempre segue esse roteiro. Algumas situações podem tirar a graça do folião. Seja na hora de pagar uma conta, a corrida de um táxi carro por aplicativo ou ainda se for fazer alguma viagem. E aí é um deus nos acuda! Por isso, é importante o consumidor ficar atento e saber como agir em algumas situações. Confira abaixo algumas delas:

-Se o cartão não passar na hora de pagar a conta, o que fazer?

-Quem perder o cartão de acesso em festas privadas deve pagar a taxa fixa definida pelo estabelecimento?

-Em festas fechadas, o folião pode ser impedido de entrar com um copo no local, por exemplo?

-Se um bloco ou camarote promete algo e não cumpre, é propaganda enganosa?

-Pode o taxista desligar o taxímetro e cobrar um valor para levar o passageiro ao destino?

-Se o ônibus quebrou no caminho da viagem ou o avião atrasou, qual a recomendação?

-Se na hora de pegar o voo, houver overbooking (quando a companhia aérea vende mais passagens do que os lugares disponíveis) e não conseguir viajar, a quem recorrer e o que fazer?

-E se o quarto de hotel contratado não for o que a pessoa negociou? Ou então, o espaço não se encontra em um estado acordado com o estabelecimento?

-Quem deixa o veículo em um estacionamento pode ficar tranquilo? Mas, se na volta, o veículo estiver com algum arranhão, batido ou arrombado, o local é quem responde? Qual orientação? Só ter o comprovante do serviço em mãos é uma garantia?

-Alguma orientação para quem precisar acionar um seguro ou serviço no período?

*Para falar sobre o assunto, sugerimos conversar com o especialista em direito do consumidor e sócio-gestor da área de Contencioso Cível  do escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia, Thiago Pessoa.

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