Composição italiana Pagliacci marca segundo fim de semana do Festival de Ópera do Recife

Apresentações serão realizadas de sexta a domingo, no Santa Isabel

Um dos espetáculos de ópera mais renomados do mundo, Pagliacci, composto pelo italiano Ruggero Leoncavallo, ganha tempero pernambucano em apresentações que ocorrem entre os dias 16 e 18 de agosto, dentro do I Festival de Ópera do Recife, no Teatro de Santa Isabel. Sob a regência do maestro Wendell Kettle, o Coro da Academia de Ópera e Repertório e a Sinfonieta UFPE levam ao palco a história em dois atos, tida por muitos como uma das mais populares óperas desde sua primeira encenação em 1892.

As sessões ocorrem às 20h, nos dias 16 e 17, e às 18h, no dia 18. Ingressos a R$ 50, com meia entrada. No palco, cantores e atores apresentam a trágica história de amor e comédia com direito a figurinos e efeitos cênicos que possibilitam ao público a experiência completa de Pagliacci. A ópera já teve trechos interpretados por nomes importantes do canto e música clássica, como o tenor Luciano Pavarotti.

A iniciativa do Festival é do Maestro Wendell Kettle, Diretor Artístico-Musical e Regente da Sinfonieta UFPE e da Academia de Ópera e Repertório (AOR), com produção da Gárgula Produções. Segundo Kettle, o Festival “visa, entre outras importantíssimas metas – as quais vão da valorização dos profissionais pernambucanos de ópera à formação de público para as artes líricas -, inserir Pernambuco no roteiro dos grandes Festivais de ópera do País e coroar um árduo, mas deleitoso processo de efervescência operística no Estado, assim como o reencontro e a redescoberta do amor dos pernambucanos pela ópera”.

 Doutor em Regência Sinfônica e Operística pelo Conservatório Estatal “Rimsky-Korsakov” de São Petersburgo (Rússia), o maestro Wendell Kettle chegou a Recife em agosto de 2016 após ser aprovado no concurso para professor de regência da UFPE. Desde então, tem transformado e dinamizado a vida operística na cidade: criou a Academia de Ópera e Repertório e a Sinfonieta UFPE com os quais já realizou, ao longo desses três anos, sete concertos corais-sinfônicos com destaque aos compositores brasileiros Villa-Lobos, Villani-Côrtes, Pe. José Maurício, Camargo Guarnieri e Ernst Mahle.

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